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Na manhã desta quarta-feira (13), uma ação da Polícia Militar resultou na apreensão de 443 quilos de maconha e na recuperação de um veículo com registro de roubo, em Brasilândia, no interior de Mato Grosso do Sul.

A ocorrência foi registrada por volta das 9h20, durante patrulhamento ostensivo realizado por uma equipe do 2º Pelotão da 1ª Companhia do 2º Batalhão de Polícia Militar, na BR-158, altura do km 336.

De acordo com informações policiais, os militares tentaram abordar um veículo Jeep/Renegade que apresentava atitude suspeita. Ao perceber a aproximação da viatura, o condutor acelerou bruscamente e fugiu, entrando em uma propriedade rural com plantação de cana-de-açúcar.

Após percorrer cerca de 100 metros dentro da vegetação, o suspeito abandonou o carro ainda em movimento e fugiu a pé para o interior do canavial. Apesar das buscas realizadas na região, ele não foi localizado.

Durante a vistoria no veículo, os policiais encontraram aproximadamente 400 tabletes de maconha prensada, totalizando 443 quilos da droga. Em checagem aos sistemas, foi constatado que as placas utilizadas no carro pertenciam a um VW/Fusca, ano 1975, caracterizando adulteração.

Ainda segundo a polícia, após a verificação do número de identificação do veículo (NIV), foi confirmado que o Jeep/Renegade era oriundo de roubo/furto na cidade de São Paulo (SP).

Diante dos fatos, o veículo e o entorpecente foram apreendidos e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, onde o caso segue sob investigação.

A Polícia Militar reforça a importância da colaboração da população. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 190 (emergência) ou via WhatsApp pelo número (67) 3919-9700.
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O frio chegou, e com ele a preocupação com quem dorme nas ruas. A Secretaria Municipal de Assistência Social informa que o Abrigo Comunitário está aberto para acolher moradores de rua e pessoas em situação de vulnerabilidade social durante a temporada de frio. O serviço funciona no endereço da Rua Manoel Galdino de Souza, nº 814 – Centro, no prédio do antigo PROCON, ao lado da Fundação AH.
 

A entrada é permitida a partir das 18h até as 22h (horário de MS) , e a saída ocorre às 7h da manhã seguinte. O objetivo é oferecer um local seguro, aquecido e digno para quem não tem onde passar a noite durante os períodos de baixas temperaturas.
SERVIÇOS OFERECIDOS

Os acolhidos terão à disposição:

Cama e cobertor para pernoite confortável
Kit de higiene pessoal
Banhos, que serão ofertados no CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social)
O local conta com vigia em tempo integral, garantindo a segurança de todos os que buscarem o abrigo.
 

REGRAS DE FUNCIONAMENTO

Para garantir a segurança e o bem-estar de todos, fica proibida a entrada de bebidas alcoólicas e de qualquer objeto que possa oferecer risco à segurança dos acolhidos e dos profissionais que atuam no local.

A secretária da pasta, Emília Vichete, destacou a importância do serviço.“O Abrigo Comunitário é uma política pública essencial para proteger a vida das pessoas em situação de rua durante o inverno. Não é apenas um lugar para dormir. É um espaço de acolhimento, de cuidado e de restauração da dignidade. Ninguém deveria passar frio sozinho na rua”, afirmou.
COMO ACESSAR

Os interessados podem procurar o Abrigo Comunitário no endereço indicado, no horário de entrada (18h às 22h), ou entrar em contato com o responsável pelo serviço:

Endereço: Rua Manoel Galdino de Souza, nº 814 – Centro (antigo prédio do PROCON, ao lado da Fundação AH)
Contato: Osair – (67) 99888-3681
A Secretaria Municipal de Assistência Social reforça que o serviço é gratuito e voltado prioritariamente para moradores de rua e pessoas em situação de vulnerabilidade extrema.
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Mato Grosso do Sul alcançou em 2025 o maior patamar da série recente de pessoas ocupadas, com 1,46 milhão de trabalhadores, crescimento de 4% em relação a 2024. Os dados são da PNAD Contínua – Rendimento de todas as fontes 2025 , divulgada pelo IBGE, e mostram também que o Estado registrou o 7º maior rendimento médio do país, com R$ 3.727, além de massa mensal de renda recorde, estimada em R$ 6,75 bilhões.

O avanço confirma o fortalecimento do mercado de trabalho sul-mato-grossense. Em 2025, eram 825 mil homens e 638 mil mulheres ocupadas no Estado, contra 1,41 milhão de pessoas ocupadas no ano anterior.

Outro dado relevante é que o trabalho passou a responder por 80,7% da composição do rendimento total domiciliar per capita, acima dos 79,5% registrados em 2024, enquanto aposentadorias, pensões e programas sociais perderam participação relativa.

Para o secretário Artur Falcette, da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), os números refletem o ambiente econômico construído nos últimos anos em Mato Grosso do Sul.

“A PNAD mostra um Estado que cresce com geração de trabalho, renda e oportunidades. Quando a renda do trabalho ganha participação na composição das famílias, isso indica dinamismo econômico, atração de investimentos e fortalecimento das cadeias produtivas. O desafio permanente é fazer esse crescimento chegar a mais pessoas, com qualificação profissional, inclusão produtiva e redução das desigualdades”, afirmou.

Ainda conforme Falcette, os resultados da PNAD ajudam a explicar o fortalecimento de Mato Grosso do Sul na dimensão Capital Humano (o 2º melhor do país) conforme o Ranking de Competitividade dos Estados 2026 – Eleições, elaborado pelo CLP (Centro de Liderança Pública) e divulgado na última semana.

Enquanto o ranking mostra crescimento contínuo da nota do Estado (saindo de 64,45 em 2023 para 67,73 em 2025) os dados do IBGE ajudam a explicar, na prática, os fatores que sustentam essa evolução.

“O Estado vive um momento de expansão econômica com geração de empregos, aumento da renda e fortalecimento da qualificação profissional. Hoje temos 1,46 milhão de pessoas ocupadas.
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Uma duplicidade no sistema do Ministério da Saúde inflou temporariamente o número de mortes por chikungunya em Mato Grosso do Sul. Após a correção, o Estado voltou a contabilizar 16 óbitos pela doença em 2026, e não 17, como indicava o painel federal nos últimos dias, número que igualaria o total de mortes registrado em todo o ano de 2025.

A inconsistência ocorreu após uma paciente de Bonito ser registrada duas vezes na base de dados, o que levou o município a aparecer com três mortes confirmadas por chikungunya. O erro elevou o total estadual para 15 óbitos no Painel de Arboviroses do Ministério da Saúde. Somado aos dois casos recentes confirmados em Dourados (8 e 11 de maio), que ainda não constavam no painel, o número chegava a 17 mortes.

Nesta quarta-feira (13), porém, a Prefeitura de Bonito confirmou a falha e esclareceu que os dois registros eram referentes à mesma paciente.

“A falha ocorreu devido a uma duplicação de um óbito. A paciente Irany entrou duas vezes no sistema, mas já havíamos encerrado o caso”, informou a administração municipal.

O erro havia sido identificado no último fim de semana, quando o painel federal passou a indicar a terceira morte pela doença em Bonito. Na ocasião, o Jornal Midiamax tentou contato com a Prefeitura, mas não obteve retorno. Como os dados constavam em uma base oficial do Governo Federal, a informação foi inicialmente considerada válida.

Agora, com a exclusão do registro duplicado, Mato Grosso do Sul soma atualmente 16 mortes por chikungunya em 2026. O balanço considera os 15 óbitos confirmados no painel federal e uma morte recente registrada em Dourados no dia 11 de maio, que ainda não consta no sistema do Ministério da Saúde.

MS segue como epicentro da chikungunya
Mesmo após a correção no número de mortes, Mato Grosso do Sul segue concentrando a maior parte dos óbitos por chikungunya registrados no país. Das 23 mortes confirmadas no Brasil, 16 ocorreram no Estado, o equivalente a 69,6% dos registros nacionais.

Na segunda-feira (11), Dourados confirmou a 11ª morte pela doença, reforçando o avanço da epidemia em Mato Grosso do Sul. 

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A hantavirose, doença transmitida principalmente pela inalação de partículas contaminadas provenientes de fezes, urina e saliva de roedores silvestres infectados, não é uma novidade no Brasil. No entanto, a zoonose ganhou destaque após um surto identificado em um navio de cruzeiro que partiu da Argentina. Em maio, casos da doença também começaram a ser confirmados no Brasil, especialmente na região Sul do país.

Como não se trata de uma doença amplamente conhecida, o aumento recente de registros levantou dúvidas sobre seus sintomas, formas de transmissão e tratamento. Conforme a SES (Secretaria de Estado de Saúde), no início da doença, os sintomas não são específicos, mas podem incluir febre, dores musculares, dor na região dorsolombar, dor abdominal, cansaço intenso, forte dor de cabeça e alterações gastrointestinais, como náuseas, vômitos e diarreia.

Esse primeiro período pode durar de um a seis dias, chegando, em alguns casos, a duas semanas antes de apresentar melhora temporária.

Outro sinal de alerta envolve o aparecimento de tosse seca, sintoma que pode indicar a evolução para uma forma mais grave da doença. Nesses casos, pode haver comprometimento cardiopulmonar, ocorrendo aumento da frequência cardíaca, dificuldade para respirar e redução da oxigenação no sangue.

O quadro pode evoluir rapidamente para acúmulo de líquido nos pulmões, queda de pressão arterial e comprometimento da circulação, exigindo atendimento médico imediato.

Em alguns casos, o paciente pode apresentar comprometimento renal, geralmente leve ou moderado. Essa é a fase com maior risco de óbitos, por conta da rápida evolução e da gravidade das complicações.

Tratamento da hantavirose
Ainda não existem medicamentos antivirais específicos para o tratamento das infecções por hantavírus. Por isso, todo paciente com suspeita de síndrome cardiopulmonar por hantavírus deve ser encaminhado com urgência para a UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

O tratamento é de suporte clínico e busca controlar os sintomas e prevenir complicações da doença. Ele pode incluir suporte respiratório com oxigênio, hemodiálise em casos necessários e medidas para estabilizar quadros de choque.

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A participação popular na construção das políticas públicas de saúde ganha novo capítulo em Brasilândia. Foi publicada nesta terça-feira (12 de maio), no Diário Oficial, a Resolução nº 23/2026 do Conselho Municipal de Saúde, que define a data da 18ª Conferência Municipal de Saúde. O evento acontecerá no dia 12 de junho de 2026, das 7h às 13h, e reunirá a sociedade para avaliar a situação da saúde no município e propor diretrizes para o Sistema Único de Saúde (SUS).
 

A resolução, assinada pelo presidente do Conselho Municipal de Saúde, Nilson de Oliveira, foi aprovada na 217ª Reunião Ordinária do Conselho, realizada em 05 de maio de 2026. A Conferência Municipal de Saúde é uma instância de participação social, com a finalidade de avaliar a situação de saúde e elaborar propostas para as políticas públicas de saúde no âmbito do SUS.
 

EIXOS TEMÁTICOS

Os debates da 18ª Conferência Municipal de Saúde serão organizados em quatro eixos temáticos:

Eixo I – Democracia, saúde como direito e soberania nacional
Eixo II – Financiamento adequado e suficiente para o SUS, com base na justiça tributária e na sustentabilidade fiscal e social
Eixo III – Os desafios para o SUS na agenda nacional da defesa da vida e da saúde: emergências climáticas e justiça socioambiental
Eixo IV – Modelo de atenção e gestão, territórios integrados e cuidado integral
 
DELIBERAÇÕES E PLANEJAMENTO

A Conferência Municipal de Saúde é o espaço máximo de participação popular na formulação das políticas de saúde do município. Durante o evento, a sociedade será envolvida para deliberar sobre prioridades na definição do próximo ciclo de planejamento do SUS, que inclui:

Os Planos Plurianuais (PPA)
As Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDO)
As Leis Orçamentárias Anuais (LOA)
Os Planos de Aplicação de Recursos dos Fundos de Saúde
 
CONVITE À POPULAÇÃO

A Secretaria Municipal de Saúde e o Conselho Municipal de Saúde convidam toda a população a participar da 18ª Conferência Municipal de Saúde. O evento é aberto a todos os cidadãos, trabalhadores da saúde, gestores, estudantes e demais interessados em contribuir com a construção de um SUS mais forte, justo e eficiente.
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O consumidor tem o direito de saber o que está pagando antes de fechar a carteira. Foi com esse objetivo que o PROCON Municipal de Brasilândia realizou, nos dias 04 e 05 de maio, uma pesquisa de preços de carnes bovinas, suínas e de frango nos supermercados da cidade. A ação, coordenada por Fabiano Fonseca, teve como finalidade acompanhar os valores praticados no comércio local e garantir mais transparência à população no momento da compra. CLIQUE AQUI PARA CONFERIR A PESQUISA COMPLETA.
 

As visitas aos estabelecimentos não se limitaram à coleta de preços. A equipe do PROCON também repassou orientações aos gerentes e responsáveis pelos setores de açougue e mercearia, para que fossem feitas as adequações necessárias de forma correta e clara. O objetivo é assegurar que o consumidor tenha acesso às informações de preços de maneira adequada, visível e sem ambiguidades.
O Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990) estabelece que a informação sobre preços e produtos deve ser clara, precisa e ostensiva. A pesquisa do PROCON também verifica se os estabelecimentos estão cumprindo normas como a exibição de preços por quilo, a validade dos produtos e a correta identificação das ofertas.
 

O coordenador do PROCON, Fabiano Fonseca, explicou a importância da ação. “A pesquisa de preços não é um fim em si mesma. Ela serve para dar ao consumidor uma referência do que está sendo praticado no mercado e também para que os próprios comerciantes reflitam sobre sua política de preços. Quando todos têm acesso à informação, a concorrência se torna mais saudável, e quem ganha é a população”, afirmou.
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